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Pobres e consumidores pagarão mais caropara sustentar a sanha arrecadatória doGoverno



O que parecia ser apenas uma chacota com caráter político, infelizmente se

consubstanciou em uma verdade de difícil assimilação por parte expressiva da

população brasileira. Isso porque durante a apresentação do fantasioso arcabouço

fiscal, o Governo do Presidente Lula prometeu tributar as mercadorias enviadas por

empresas asiáticas para o Brasil como forma de aumentar sua arrecadação. E a

promessa se tornará realidade em breve, cabendo aos brasileiros mais pobres,

grandes consumidores de empresas como Shein, Shopee e Aliexpress, pagarem mais

caro para que o Governo possa manter sua sanha arrecadatória.

 

O Ministério da Fazenda comunicou que expedirá uma Medida Provisória que

decretará o fim da isenção de imposto de remessas internacionais abaixo de R$

250,00. Segundo o Governo, houve um desvirtuamento do benefício para pessoas

físicas. Para a Receita Federal do Brasil, o benefício fiscal estaria sendo utilizado de

forma indevida por empresas que comercializam produtos na internet. O noticiário

revela que uma parte das empresas brasileiras, ao invés de buscarem redução da

carga tributária, se aliaram ao Governo e arguem concorrência desleal para pedir pelo

fim da isenção.

 

Numa rápida busca na internet se descobre que os produtos mais buscados numa

dessas empresas asiáticas são sandálias, ventiladores, copos térmicos, protetor solar,

boia infantil, cadeira de praia e rede de descanso.

Em outra dessas grandes plataformas de comércio eletrônico se descobre que 76%

dos brasileiros pretendiam realizar suas comprar em marketplaces e que a média do

valor investido seria de R$ 250. Ainda segundo esse marketplace asiático, entre as

motivações de compras, 62% dos entrevistados afirmaram que estão em buscas de

itens de desejo com melhor preço e 30% procuram produtos de necessidades básicas.

 

O detalhe interessante é que o atual presidente Lula liderou todas as intenções de

voto entre os mais pobres na última eleição presidencial, justamente aqueles que

serão diretamente afetados pela medida prometida pelo Ministério da Fazenda e terão


que arcar com o plano de Fernando Haddad de arrecadar R$ 150 bilhões para cobrir o

rombo nos cofres públicos federais.

 

Margaret Thacher, ex-primeira-ministra da Inglaterra, conhecida como a Dama de

Ferro, afirmou há mais de 4 décadas que se o Governo deseja gastar mais, ele só

pode fazê-lo tomando emprestado sua poupança ou cobrando mais tributos, não

adiantando pensar que alguém irá pagar essa conta. Como bem lembrado pela

saudosa primeira-ministra britânica: Esse ‘alguém’ é você. Mais de 40 anos depois, o

Brasil precisa descobrir que não existe essa coisa de dinheiro público, existe apenas o

dinheiro dos pagadores de impostos.

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